Já faz um tempo... um tempo longo demais em que essa ideia pulsa no meu peito, me chamando em silêncio: a vontade de criar um blog e dar voz a tudo o que vivi. Hoje, finalmente, a coragem venceu o medo.
Decidi abrir este espaço como quem abre a janela de uma casa em dias de tempestade, buscando luz. Aqui, vou deixar registrado cada pedaço dessa jornada — as memórias que ainda doem, o presente que me desafia a cada amanhecer e tudo o que me atravessou desde aquele instante em que o mundo parou: a descoberta do câncer.
Não escrevo apenas para não esquecer. Escrevo para libertar o que trago no peito, para dar sentido à dor e, quem sabe, segurar a mão de alguém que esteja atravessando o mesmo escuro que eu. Seja bem-vindo à minha verdade.
Já faz um tempo... um tempo longo demais em que essa ideia pulsa no meu peito, me chamando em silêncio: a vontade de criar um blog e dar voz a tudo o que vivi.
Hoje, finalmente, a coragem venceu o medo.
Decidi abrir este espaço como quem abre a janela de uma casa em dias de tempestade, buscando luz. Aqui, vou deixar registrado cada pedaço dessa jornada — as memórias que ainda doem, o presente que me desafia a cada amanhecer e tudo o que me atravessou desde aquele instante em que o mundo parou: a descoberta do câncer.
Não escrevo apenas para não esquecer. Escrevo para libertar o que trago no peito, para dar sentido à dor e, quem sabe, segurar a mão de alguém que esteja atravessando o mesmo escuro que eu. Seja bem-vindo à minha verdade.


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